Novidades do PIPA

  • Luiz Camillo Osorio é escolhido curador do pavilhão brasileiro na Bienal de Veneza

    Luiz Camillo Osorio, crítico de arte, curador do MAM-Rio e membro do Conselho PIPA, estará à frente do pavilhão do Brasil na mostra italiana. A informação foi noticiada esta semana pelo jornal Folha de São Paulo, e surpreendeu a todos que esperavam ver o britânico Charles Esche – responsável pela Bienal de São Paulo agora em cartaz – ser o curador escolhido pela Fundação Bienal, órgão responsável pela indicação. “Procuramos um curador brasileiro, e que fosse identificado com o trabalho daqui. A ideia é sempre experimentar coisas novas.”, explica Luis Terepins, presidente da Fundação. Leia na íntegra o artigo publicado originalmente na Folha de São Paulo.

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  • Série de vídeos especiais 2014 | Entrevista com a curadora Daniela Labra

    A série de vídeos especiais do PIPA foi criada em 2011 para estimular e contribuir com o debate e a reflexão sobre a arte. A ideia surgiu ao longo dos primeiros anos do Prêmio, a partir de temas que foram levantados durante as entrevistas com os artistas indicados ao PIPA desde 2010.
    Inaugurando a série de vídeos especiais de 2014, a curadora Daniela Labra concede uma entrevista exclusiva para o Prêmio. Labra fala de como a descoberta da performance artística a levou do teatro para a arte contemporânea, e conta sobre o que acredita ser a natureza do trabalho do artista na atualidade.
    “Fazer arte hoje é pensar em alternativas criativas para viver o mundo contemporâneo. Pra mim o que me interessa de estar trabalhando com arte é falar sobre arte mas também pensar as possibilidades criticas, reflexivas e até mesmo políticas da arte. O próprio fato de você fazer arte, ou elaborar um pensamento artístico neste mundo tão pensando para o materialismo e para produtividade, é um ato de resistência.” Assista ao vídeo.

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  • Exposição PIPA 2014 | Em cartaz no Rio de Janeiro

    A exposição do PIPA 2014 está aberta ao público no MAM-Rio com os trabalhos dos finalistas desta edição: Alice Miceli, Daniel Steegmann Mangrané, Thiago Martins de Melo e Wagner Malta Tavares. São artistas de linguagens, mídias e origens distintas. Alice Miceli, carioca de 34 anos, é uma artista cosmopolita que se graduou em cinema em Paris, morou em Nova York e tem participado de diversas residências artísticas internacionais. Na exposição dos finalistas, Miceli apresenta um trabalho inédito composto por 11 fotografias fruto da exploração a um campo minado no interior do Camboja. Daniel Steegmann Mangrané é catalão, tem 37 anos e vive no Rio de Janeiro. Seu trabalho se compõe de poéticas sutis e experimentações que questionam a relação entre a linguagem e o mundo. A obra que apresenta na mostra é uma espécie de cortina com formas inspiradas na arquitetura do MAM-Rio. Thiago Martins de Melo, artista maranhense de 33 anos, trabalha predominantemente com pinturas e atualmente vem fazendo experimentações com a escultura. Na exposição do PIPA, o artista apresenta cinco telas que juntas compõe uma cruz de grandes proporções, além de duas esculturas. Wagner Malta Tavares, paulistano de 50 anos, faz uso de vídeo, escultura, fotografia, desenho, colagem, performance e instalação para dar vazão a sua poética. Para a exposição do MAM-Rio o artista apresenta “Turbulência nos trópicos”, instalação inédita composta por uma projeção, áudio e resistências elétricas.
    A mostra segue até meados de novembro, e até 2 de novembro você pode ajudar a decidir o vencedor da categoria Voto Popular, votando no seu artista favorito. Cada ingresso do Museu dá direito a um voto.

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  • Matéria do site Artsy nomeia 10 artistas abaixo dos 35 anos em destaque na cena artística contemporânea

    A lista de dez nomes, elaborada a partir da apuração dos artistas mais observados durante a preview da ArtRio (feira carioca de arte contemporânea encerrada no último domingo), traz seis artistas brasileiros. A reportagem destaca que “muitos dos artistas são premiados com ou foram indicados ao PIPA e já participaram da Bienal de São Paulo – classificados como as estrelas da próxima geração – e por enquanto, estão sustentando a promessa.” De fato os seis artistas brasileiros incluídos na relação já foram indicados em pelo menos uma edição do PIPA, sendo que três foram finalistas e um vencedor da principal categoria do Prêmio. Na primeira posição aparece Thiago Rocha Pitta, finalista do PIPA em 2012, recentemente incorporado à lista de artistas representados pela galeria Marianne Boesky, de Nova York. Na décima posição o site elege Camila Soato, lembrando que a artista venceu o PIPA Voto Popular Exposição em 2013. Também são citadas as paulistas Chiara Banfi, Sofia Borges e Tatiana Blass, além do gaúcho Daniel Escobar, entre outros. Leia a matéria completa.

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  • Catálogos PIPA | Download gratuito

    Faça o download dos catálogos do PIPA e tenha um apanhado da arte contemporânea brasileira nos últimos cinco anos. Até o momento foram 17.052 downloads. Os catálogos não são comercializados, mas seus PDFs podem ser baixados gratuitamente pelo público no site do Prêmio. As publicações trazem imagens de obras dos artistas indicados, textos sobre suas carreiras, fotos das exposições do Prêmio, textos do presidente e do curador do MAM-Rio, dos representantes da IP Capital Partners e do Instituto IP, dados estatísticos dos participantes de cada edição, etc.

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  • Vídeos da semana: Bruno Schultze e Runo Lagomarsino

    Esta semana divulgamos dois novos vídeos exclusivos e com isso encerramos a série de entrevistas com artistas indicados nesta edição do PIPA.
    Nascido em Stuttgart mas criado em São Paulo, em sua entrevista Bruno Schultze conta um pouco sobre sua trajetória artística: “Depois de anos na Alemanha, começou a bater uma saudade muito grande do Brasil e eu acabei voltando”. Desse retorno nasce uma série de retratos feitos com índios guarani, que o artista encontrou numa viagem pela Serra do Mar.
    Nascido na Suécia, filho de argentinos exilados, Runo Lagomarsino vive e trabalha entre Malmö e São Paulo. Para o artista, há algumas perguntas que sempre voltam, que são por ele perseguidas. Temáticas com relações muito fortes com geopolítica, uma ideia de história e de movimento. Para ilustrar esse aspecto, Lagomarsino cita sua obra “Trans Atlantic”: folhas de papel queimadas pelo sol, que atravessaram o oceano atlântico a barco.
    Assista aos vídeos e reveja outras entrevistas gravadas este ano.

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Agenda da Semana

  • Programação de 18 a 24 de outubro

    Em São Paulo, seguem em cartaz as individuais de André Komatsu, “Insustentável Paraíso”, e de Rafael RG, “Ps: Há alguma coisa que você espera de mim?”, que tem curadoria da portuguesa Marta Mestre. Em Minas Gerais, a cidade de Teófilo Otoni recebe “Espectador em trânsito”, mostra coletiva com participação de Gisela Motta & Leandro Lima. Na Áustria a instalação “Turbulência”, de Wagner Malta Tavares, está em exibição na mostra “Höhenrausch”, somente até 19 de outubro. “En Silencio II”, instalação site-specific de Sandra Cinto foi inaugurada esta semana em Corunha, Espanha. “Seção Diagonal”, instalação de Marcius Galan está exposta até janeiro em Paris, França.
    Acesse a agenda, confira os eventos ligados aos artistas indicados ao PIPA, ao MAM-Rio e demais envolvidos com o Prêmio, que estão acontecendo ao redor do Brasil e do mundo, e programe sua semana.


Circuito

  • Washington Silvera apresenta objetos cotidianos sob diferentes perspectivas em “Inventário”

    (Curitiba, PR) A mostra reúne oito obras produzidas entre 2012 e 2014 que revelam os dois grandes eixos poéticos da produção do artista: a reinvenção de objetos artísticos e do cotidiano e a investigação sobre questões de representação na arte. Silvera é engenhoso na arte de “desutilizar” utensílios do cotidiano, esvaziando-os de suas funções tradicionais para lhes atribuir sentidos poéticos. “O que separa algo útil de algo inútil mas útil é a poesia, e é essa a essência que procuro sempre”, conta.

  • Últimos dias | “Singularidades/Anotações”, com curadoria de Paulo Miyada

    (São Paulo, SP) Berna Reale, Luiz Roque, Marcelo Moscheta, Rommulo Conceição, Sofia Borges e Tatiana Blass são alguns dos 35 artistas que participaram de diferentes edições do Rumos Artes Visuais e Rumos Arte e Tecnologia, programas em atividade por quase duas décadas. “Singularidades/Anotações” revisita a trajetória desses artistas, através do conjunto hetereogêneo de suas obras.

  • Abertura | “Seção Diagonal”, instalação por Marcius Galan

    (Paris, França) “Seção Diagonal” é uma obra aparentemente ilusionista de Marcius Galan que possibilita ao visitante passar “pelo espelho”, levando-o a uma viagem. De grande simplicidade, essa instalação on-site oferece um obstáculo simbólico – intransponível inicialmente, que somente os corajosos, ou imprudentes conseguirão ultrapassar. O artista propõe aqui um jogo de percepção (física ou mental) do espaço ao redor. O objetivo é enganar os sentidos: a obra parece se desmaterializar diante dos olhos.

  • Últimos dias | “Elevator music”, instalação de Otavio Schipper

    (Berlim, Alemanha) Usando um único objeto para referir-se a outros, a instalação cita o “experimento mental” que postula cenários hipotéticos que permitem afirmações sobre a natureza do tempo e do espaço. Em seu trabalho, Schipper examina percepções de tempo, história e ficção e a memória cultural de objetos – formando conexões entre eles, em vez de construi-los.

  • Coletiva aborda a obra de Paulo Pasta em diálogo com artistas convidados

    (São Paulo, SP) “Corrente” se estrutura tendo por base a reflexão a partir da obra de Paulo Pasta e os diálogos que seu trabalho tece e favorece com outros criadores. Distintas práticas poéticas se encontram e se apresentam num debate público onde a obra de arte é o eixo central. Em sua segunda edição, o artista contemporâneo brasileiro apresenta um recorte de sua produção em diálogo com Bruno Dunley, Lucas Arruda, Marina Rheingantz e Rodrigo Bivar.

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