Novidades do PIPA

  • Exposição PIPA 2014 | Assista ao vídeo da montagem

    Está em cartaz no MAM-Rio a mostra do PIPA 2014, com os trabalhos dos quatro finalistas: Alice Miceli, Daniel Steegmann Mangrané, Thiago Martins de Melo e Wagner Malta Tavares. Durante a semana que antecedeu a abertura da exposição, os quatro finalistas estiveram no Museu montando seus trabalhos. Eles conversaram com a equipe da Matrioska Filmes que elaborou um vídeo exclusivo para o PIPA. Assista ao vídeo.

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  • Mostra PIPA 2014 | Veja como foi a abertura e saiba mais sobre os trabalhos expostos pelos finalistas

    A exposição do PIPA 2014 foi aberta ao público no último sábado, dia 6 de setembro. Veja algumas fotos do evento e saiba um pouco mais sobre as obras que cada um dos finalistas está exibindo na mostra. Além dos espaços ocupados pelos artistas, a mostra conta ainda com um área de convivência onde é possível, dentre outras coisas, votar no seu artista favorito na categoria PIPA Voto Popular Exposição. O artista mais votado pelo público receberá um prêmio no valor de R$20 mil. Veja como foi a abertura, visite a mostra e vote no seu artista favorito.

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  • Assista às entrevistas da semana: Felipe Prando, Tamara Andrade e Willian Santos

    Felipe Prando é do interior do Paraná e atualmente mora em Curitiba. Realiza exposições de trabalhos artísticos desde 2005 já tendo exposto em várias cidades brasileiras, na Argentina, Chile, Bolívia, Peru, Venezuela e Bélgica.
    A curadora Daniela Labra pergunta ao artista: “Qual a principal carência que você observa no meio da arte contemporânea brasileira?”
    Prando pondera que no Brasil não existe um meio de arte contemporânea, e sim contextos variados do que se pode chamar de meio de arte contemporânea. “Pensar desse modo é algo que me interessa muito porque é um ponto de partida de elaboração dos meus trabalhos.”
    Tamara Andrade vive e trabalha em São José dos Campos, sua cidade natal. O curitibano Willian Santos diz que sua pesquisa é movediça, em constante trânsito. Ambos respondem à pergunta da crítica e curadora Alejandra Muñoz: “Em geral, na sua atividade, como começa um novo projeto artístico?”
    Tamara responde que seu processo de trabalho é muito caótico e que por isso é difícil trabalhar com um projeto, uma ideia pré-concebida e depois ter que escrever sobre isso. Ela exemplifica com a série “Mergulhadores”, em que a artista demonstra seu interesse sobre o corpo humano como organismo.
    Já Willian começa dizendo que pesquisa por imagens na internet, onde nunca se sabe onde os links vão levar. “Transformar o virtual em palpável é algo que muito me interessa”, conta o artista.
    Assista aos vídeos.

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  • Vídeo entrevista com Felipe Prando

    Felipe Prando é do interior do Paraná e atualmente mora em Curitiba. Realiza exposições de trabalhos artísticos desde 2005 já tendo exposto em várias cidades brasileiras, na Argentina, Chile, Bolívia, Peru, Venezuela e Bélgica.
    A curadora Daniela Labra pergunta ao artista “Qual a principal carência que você observa no meio da arte contemporânea brasileira?”
    Prando pondera que no Brasil não existe um meio de arte contemporânea, e sim contextos variados do que se pode chamar de meio de arte contemporânea. “Pensar desse modo é algo que me interessa muito porque é um ponto de partida de elaboração dos meus trabalhos.”
    Assista ao vídeo.

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  • Tamara Andrade | Vídeo-entrevista exclusiva

    Tamara Andrade vive e trabalha em São José dos Campos, sua cidade natal. A crítica e curadora Alejandra Muñoz pergunta à artista, “Em geral, na sua atividade, como começa um novo projeto artístico?”
    Tamara responde que seu processo de trabalho é muito caótico e que por isso é difícil trabalhar com um projeto, uma ideia pré-concebida e depois ter que escrever sobre isso. Ela exemplifica com a série “Mergulhadores”, em que a artista demonstra seu interesse sobre o corpo humano como organismo.
    Para criar a série, Tamara visitou um museu de anatomia e reuniu diversas referências: “de repente tudo se encaixa, tudo faz sentido”. Ela também explica que o projeto começou com desenhos em um caderno, o que ela chama de “um ateliê dentro de um ateliê”.
    Assista ao vídeo.

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  • PIPA 2014 | Willian Santos em entrevista exclusiva

    A pesquisa de Willian Santos, segundo ele próprio, é movediça, em constante trânsito, desde a busca por referências até intenções de trocas com o espectador. O movimento que surge de um processo de auto-provocação com a intenção de criar diferentes métodos de trabalho, evitando um estilo, faz o artista curitibano pensar em extremos.
    Nesta vídeo-entrevista, Santos responde à pergunta de Alejandra Muñoz: “Em geral, na sua atividade, como começa um novo projeto artístico?”
    Ele começa dizendo que pesquisa por imagens na internet, onde nunca se sabe onde os links vão levar. “Transformar o virtual em palpável é algo que muito me interessa”, diz o artista.
    Assista ao vídeo.

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Mais Novidades do PIPA...

Agenda da Semana

  • Programação de 13 a 19 de setembro

    Acesse a agenda, confira os eventos ligados aos artistas indicados ao PIPA, ao MAM-Rio e demais envolvidos com o Prêmio, que estão acontecendo ao redor do Brasil e do mundo, e programe sua semana.


Circuito

  • Instalação “O Muro” de Renato Pera em cartaz na capital paulista

    (São Paulo, SP) A pesquisa de Renato Pera relaciona estruturas arquitetônicas a espaços cujas temporalidades se mostram suspensas ou dilatadas, como uma espécie de congelamento do tempo na experiência cotidiana. Seu trabalho se vale de elementos arquitetônicos ordinários, como tijolos, janelas e portas, dotados de uma forte carga alusiva, simbólica e, por vezes, alegórica.

  • “Momento Contemporâneo”, com Gisela Motta e Leandro Lima

    (Ribeirão Preto, SP) Sobre curadoria de Paulo Venâncio Filho, o par de artistas Gisela Motta e Leandro Lima exibem a série de instalações “Espera” para a mostra “Momento Contemporâneo. Originalmente feita em 2013, a série associa vivências e experiências desenvolvidas como registros poéticos, aproximando o presente a memórias passadas.

  • “Salon Distingué”, com Erika Verzutti, questiona as definições de mobília e arte

    (Baden, Suíça) Normalmente, pode-se assumir que uma obra de arte é essencialmente um item para ser exposto enquanto móveis são definidos por sua função. No museu, a distinção entre os dois se confunde. Apesar dos proprietários terem mobiliado o lar ideal com antiguidades únicas, do mesmo modo elas são objetos sem utilidade atual. Visitantes poderão sentar-se em cadeiras que agora são de um museu, mas não há como negar que são peças obsoletas.

  • Últimos dias | artevida: política, no MAM-Rio

    (Rio de Janeiro, RJ) “artevida” não tenta escrever uma história única, coerente, nem rastrear genealogias entre artistas, tampouco pretende identificar antecessores e predecessores, e muito menos ser enciclopédica. A mostra se propõe conectar e ler certas práticas artísticas deste período através de conceitos, referências e estruturas diversos, extraindo ligações e correspondência pelas narrativas múltiplas e, desta maneira, desafiar cânones históricos. É uma mostra mais fragmentada do que monolítica, mais provisória do que definitiva. Na busca de narrativas plurais e abertas que desenvolvam diálogos entre obras e documentos, a exposição tem foco em artistas que trabalham no hemisfério sul, bem como em artistas do sexo feminino.

  • “Cenários” e “Transarquitetônica” | Mostras de Vânia Mignone e Henrique Oliveira

    (São Paulo, SP) Pra Vânia, a pintura é uma continuação do desenho, da gravura e da colagem, por vezes combinando todos esses meios. Em seus trabalhos, enfatizou a crueza e precariedade dos materiais ao trabalhar com placas de MDF e montar suas composições como peças de um tabuleiro. Henrique propõe uma discussão poética sobre a história da arquitetura, do racionalismo das últimas décadas aos abrigos e cavernas do passado, vencendo o desafio de ocupar os 1600m² do edifício com forte marca da escultura moderna de Oscar Niemeyer.

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