Eu considero que eu comecei fazendo cursos de fotografia quando eu era estudante, ainda tinha 16 anos. Dos textos que eu comecei a ler na faculdade de Comunicação, que eu comecei a repensar o meu trabalho de fotografia que eu desenvolvia em cursos livres, parei de fotografar e passei a trabalhar com fotografias apropriadas. E eu começo com esse repertório de imagens que são imagens que são imagens lá de casa assim, de viagens, festas e crio outras coisas a partir dela, como lambe-lambe, vídeos, também fotografias, pinturas e outras coisas
Nasceu em Goiânia, GO
Eu pensei que seria bom, já que eu ia pesquisar isso, começar com uma coisa que foi a lua de mel dos meus pais. Então, depois da lua de mel deles eu parti para fotos de aniversários de quando eu era criança.
pesquisa e observa uma pedagogia da fotografia
E têm algumas coisas nas fotografias que elas são quase que arquetípicas, por exemplo, as minhas fotos de aniversário provavelmente são muito parecidas com as suas e da maioria das pessoas. O jeito como a gente fotografa um casamento tem que ter algumas etapas: tem o beijo, tem a saída do carro, tem um monte de coisa que já se espera. Então, nesse trabalho que veio na seqüência, eu recortava os rostinhos das crianças que estavam na festa de vários aniversários, que eram eu, meu irmão, meus primos, e colocava aquelas fotos lado a lado. E quando você colocava aquilo na parede, parecia uma listra de crianças desaparecidas.
“fantasmas”
A fotografia ela é sempre uma grande mentira. Acho que fotografia de nós mesmos no mês passado a gente tem sempre a tendência de idealizar que, naquela época era melhor, que a gente tava melhor etc., e acho que tem uma coisa da fotografia de ser um gatilho para você, para ilusões, pra fantasia, para os “fantasmas”.
Para voltar à página completa de Marcelo Amorim, clique aqui.
Ajude a divulgar o PIPA. Torne-se um amigo no Facebook: www.facebook.com/premioPIPA
Acompanhe a arte contemporânea brasileira. Siga o PIPA no Facebook, YouTube , Google+ e Twitter.





Últimos Comentários